DesRazão

DESRAZÃO

meu corpo vivo

é crasso erro

tão grandes erros me correm

coagulados no sangue, comem

a luz da alma faminta

tropeço na noite

páro o mundo

tudo é da ilusão lenta

todo meu o sono

delírio é apontar à lua,

verter-lhe deleites, devolver-lhe o luar

GJ